Logótipo Próximo Futuro

O Totem do Próximo Futuro em 2014 no Archdaily

Publicado6 Jul 2015

Etiquetas Totem Tupã Projecto Subvert arquitectura

© Subvert / APP Photography

O Totem Tupã, o espaço onde se realizaram em 2014, os debates da Festa da Literatura e do Pensamento da América Latina, foi destacado no site de arquitectura Archdaily. O projecto, da Subvert Studio, foi concebido por Tiago Rebelo de Andrade, Diogo Ramalho, Manuel Tojal, Kaleigh Nunes, Adrien Zlatic. 

© Subvert / APP Photography

Totem é "(...) um objeto ou animal no qual uma determinada sociedade acredita ter um significado espiritual e que é adotado por essa mesma sociedade como um símbolo."

O Totem reflete os quatro elementos naturais: a terra – de onde ele surge; o ar – o elemento que o sustenta; o fogo – através da reflexão da luz e do sol; e a água – insinuado pela respetiva textura e forma. A estrutura do pavilhão é de aço e construído com placas de madeira cobertas de papel espelhado.

Outras imagens e informação aqui

A arquitectura modernista em debate, numa iniciativa da Docomomo

Publicado29 Mar 2015

Etiquetas Modernismo arquitectura

Imagem: Fundação Calouste Gulbenkian,Estúdio Horácio Novais. Imagem do final dos anos 60

A Docomomo Internacional (organização para a documentação e preservação de edifícios e lugares do Movimento Moderno), agora com sede em Lisboa no Instituto Superior Técnico (um exemplar do modernismo) organizou na passada sexta-feira, dia 27, um colóquio na Fundação Calouste Gulbenkian (outro edifício emblemático) em que se discutiu a preservação desta arquitectura, o seu valor  e uso conteporâneo.  

Para somar à inauguração da sua sede no IST, a Docomomo organizou ainda uma tarde de conferências na  sexta-feira, no edifício da Fundação Calouste Gulbenkian, também ele um projecto modernista de Ruy Athouguia, Pedro Cid, Alberto Pessoa e Viana Barreto Ribeiro Telles. No seminário internacional Reabilitação e Re-uso da Arquitectura do Movimento Moderno estiveram arquitectos como o holandês Wessel de Jonge ou o chileno Horacio Torrent e ficou clara a necessidade de ir além da preservação dos edifícios modernistas: é preciso reabilitá-los e dar-lhes novas funções para presente, mesmo que para isso seja preciso alterá-los — “a arquitectura é algo que tem vida própria, é susceptível de ser transformada”, afirma Ana Tostões.

“Tradicionalmente os edifícios eram construídos para a eternidade, mas um dos ideais do movimento modernista era a dinâmica e uma abordagem funcionalista: o edifício constrói-se com uma função. Se essa função desaparece, o edifício torna-se desnecessário. Porquê ter um edifício com um tempo de vida superior ao que essa função requer? Seria um desperdício de dinheiro”, explica ao PÚBLICO Hubert-Jan Henket, fundador da Docomomo.

Re-uso
Nos anos 1980 este arquitecto foi confrontado com a vontade de preservar o Sanatorium Zonnestraal, na Holanda — um hospital do início dos anos 1930, desenhado por Johannes Duiker e entretanto abandonado. Este e outros casos eram para ele uma “contradição filosófica”: construídos para terem um tempo de vida limitado, edifícios como escolas ou fábricas estavam a ser chamados à eternidade. “Era preciso conservá-los por causa da sua beleza, da forma como representam uma maneira de pensar. O que é um paradoxo, se pensarmos que foram criados para um uso específico e para depois serem eventualmente demolidos”, continua.

Assim nasceu, em 1988, a Docomomo, acrónimo para documentação e conservação do movimento moderno. Este comité foi constituído na Holanda e desde então tem-se expandido para todo o mundo — conta agora com 70 países e com investigadores de áreas tão distintas como a história da arte, urbanismo ou o cinema e a fotografia. Para além de promover e apoiar a reabilitação e reutilização do património arquitectónico moderno, quer mostrar como as bases deste movimento continuam actuais: “a arquitectura tem uma missão social e deve criar espaços onde a comunidade viva melhor — este ideal moderno é importante para fazer a arquitectura do futuro”, diz ao PÚBLICO Ana Tostões, acrescentando que “o processo moderno ainda está em curso”.

O artigo integral do jornal Público: A arquitectura modernista não é só para admirar: é mesmo para usar

A Cabana em construção

© Henrique Figueiredo

A construção da Cabana que acolherá a Festa da Literatura e do Pensamento do Sul da África vai decorrendo nos Jardins da Fundação Gulbenkian.  Hoje é o dia Mundial do Ambiente, surpreenda-se pelo nosso Jardim.

Catarina licenciou-se em arquitectura e é nesta área que desenvolve o seu trabalho. A particularidade da sua produção está na opção pela construção artesanal com materiais locais, numa lógica de sustentabilidade de recursos e de relação com o meio. Na resposta ao convite  para a construção deste abrigo para conversas sobre o sul da África, a arquiteta manteve os mesmos princípios e técnicas que caracterizam o seu trabalho. As argilas que veremos na cobertura da construção foram recolhidas em 5 pontos diferentes do país, os tingimentos do sisal, foram efectuados com argila e tintos naturais.

A  participação de Catarina Pinto  na construção de Nandipha Mntambo, no Verão do Próximo Futuro 2011 pode ser vista aqui. O crescimento da Cabana e das outras instalações do Próximo Futuro podem ser seguidas aqui

Freshlatin02 - Frescura da arquitectura latinoamericana

Publicado4 Abr 2013

Etiquetas arquitectura freshlatin02 américa latina

A frescura que sopra na arquitectura latinoamericana é apresentada na exposiçãoFreshlatino02, patrocinada pelo Instituto Cervantes e que inclui seis estudios d Brasil, Venezuela, Ecuador, Colombia y Argentina com curadoria de Ariadna Cantis y Andrés Jaque.

Ariadna Cantis destaca las posibilidades de esa arquitectura que lucha “en un cuerpo a cuerpo” con la realidad, en un escenario cultural dispar y lleno de dramatismo, pero sobre todo “atractivo por sus paradojas, su intensidad y su carácter mutante”. El contexto iberoamericano se ha convertido en el laboratorio de una arquitectura que se aleja de las discusiones formales y estilísticas “para adentrarse de lleno en lo social y en su relación con un entorno sostenible”, dice Cantis. “A lo que se une la irrupción de Internet, que ha roto el aislamiento de estos grupos y que reactualiza la visión del Sur como nuevo Norte por su creatividad y determinación”. Para Andrés Jaque, son arquitecturas “construidas no con ladrillos sino con relaciones de reciprocidad, dependencia, afecto, pasión y discusión de la diferencia”.

Todo o artigo do El País pode ler-se aqui

Devir Menor

Supersudaca


DEVIR MENOR é um projeto de investigação que se materializa numa exposição e um livro resultantes de uma investigação híbrida entre a arquitetura, a teoria crítica e a prática da materialidade, procurando diagramar projetos e processos de trabalho de arquitetos e coletivos situados no contexto da Ibero-América. A conceção do projeto é uma colaboração entre Inês Moreira (arquiteta e curadora) e Susana Caló (investigadora em filosofia e editora) que procuram experimentar a continuidade conceptual e material do projeto nos seus vários formatos e nos processos de curadoria/edição.

Enunciado a propósito da literatura de Kafka por Gilles Deleuze e Félix Guattari, o conceito de ‘devir menor’ refere­-se a um potencial de transformação e de abertura de espaços dentro de um contexto dominado pela subordinação a uma língua maior ou dominante. O projeto parte deste conceito e explora a sua instanciação em práticas espaciais na Ibero-América. Explorando o que se denomina por ‘práticas espaciais críticas’, o projeto quer ir particularmente ao encontro de conceções de espaço e prática da arquitetura em que os fatores políticos, económicos, sociais e ecológicos intercetam a elaboração projetual e contribuem para um discurso de multiplicidade.

Se, por um lado, a pressuposta unidade ibero-americana – e mesmo da América Latina – é vaga, e assenta tanto em reminiscências coloniais como em posicionamentos estratégicos no âmbito de um mundo globalizado onde se formam blocos competitivos cada vez mais alargados, por outro lado, o próprio território da América Latina, assim como a relação histórica entre a Península Ibérica e a América Latina é também figura de miscigenações, cruzamentos, hibridações, multiplicidade e atravessamentos às formações políticas, culturais e identitárias mais visíveis.

Em DEVIR MENOR exploram-se projetos sensíveis à especificidade das condições contextuais, muitas vezes usando táticas alheias à metodologia tradicional da arquitetura e tecendo uma crítica social e económica operativa, empenhada na transformação e vitalização do seu contexto. O projeto arquitetónico adquire uma proximidade ao quotidiano e uma natureza processual, as modalidades de relação com o contexto vão alterando o próprio projeto e a obra torna-se reflexiva e relacional. Os trabalhos aproximam-se das práticas culturais, caracterizando-se também por uma reconciliação singular que desafia o global e o local; têm uma forte componente espacial e empregam, entre outras, técnicas de reciclagem de materiais, reutilização de recursos existentes, o do-it­yourself, ou experimentam modos de trabalho diversos.

A exposição consta de uma instalação espacial imersiva que explora o potencial dos desenhos, registos, vídeos e imagens dos participantes convidados, privilegiando uma relação informal e intuitiva com o público. Será também exposta uma seleção de 50 publicações de referência, assim como trabalho documental, material e ensaístico produzido especialmente para o projeto. A instalação estabelecerá um diálogo com o edifício da Sociedade Martins Sarmento, um edifício de relevo na cidade de Guimarães, desenhado pelo Arq. Marques da Silva. A edição do livro com contribuições novas de filósofos, arquitetos, urbanistas e sociólogos, pretende firmar criticamente a relação do ‘menor’ com o pensamento da Ibero-América e da América Latina, e com o pensamento da arquitetura enquanto projeto e prática, e configurar especulativamente ideias em torno à proposta do projeto.

Países participantes: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, Espanha, México, Portugal, Venezuela + Bélgica, Itália e França


Devir Menor

"La presión demográfica amenaza la utopía racionalista de Brasilia"

Publicado12 Mar 2012

Etiquetas arquitectura brasil brasília cidades

En la sede de la Superintendencia del Distrito Federal, que agrupa Brasilia y 29 ciudades satélite de los alrededores, el arquitecto y superintendente [administrador] Alfredo Gastal discute con un grupo de pobladores su situación irregular, que se remonta a más de 40 años atrás, cuando ocuparon los terrenos donde viven. La propiedad de la tierra, la especulación inmobiliaria y el crecimiento desordenado son caras de un mismo problema, que se traduce en una insoportable presión demográfica sobre Brasilia, la capital que nació hace 51 años en medio de la nada, en el corazón del interior profundo de Brasil.

El proyecto de los arquitectos Lúcio Costa y Oscar Niemeyer (que acaba de cumplir 104 años), visionario para unos, utópico para otros, está en peligro ante la avalancha de las fuerzas del mercado inmobiliario, que imponen sus reglas. Son amenazas que padecen otras ciudades jóvenes y revolucionarias, como Chandigarh (India), planeada por Le Corbusier en los años 50, o Abuja, la nueva capital de Nigeria, que nació en 1991 y que está hermanada con Brasilia.

Continuar a ler no El País.

"A Cultural Clash Over the Bad Old Days"

Publicado14 Fev 2012

Etiquetas arquitectura urbanismo

Men and women, young and old, all walk slowly now by the empty lot at Eighth and Constitución. Everyone stares. Some stop. Many point or shake their heads with surprise.

“It’s really gone, wow, La Ocho,” they say, referring to the old, wretched jail where drunk Americans and hardened Mexican criminals huddled behind bars amid the stench of vomit and corruption. But was the demolition, which took place last month, good or bad for Tijuana?

Few cities would even ask, in the face of such civic filth. La Ocho, after all, was a holding pen where American teenagers who were caught with a joint or had too much to drink often had to pay a $2,000 bribe for freedom. It was prison on prime downtown property, where gang leaders roamed free on the top floor as peons suffered below in tiny cells with useless toilets.

Para ler o artigo completo no New York Times, basta clicar aqui.

Revolucionar o espaço público no Cairo

Publicado30 Dez 2011

Etiquetas arquitectura cairo egipto espaços públicos espanha

(Panorama da cidade do Cairo, Egito, vista de cima; Getty Images)

Arquitetos espanhóis propõem revolucionar espaço público no Cairo

Espaços agradáveis no lugar de becos cheios de lixo é a proposta do grupo de arquitetos espanhóis Basurama para revolucionar os espaços mais deteriorados do Cairo.
Basurama analisou esta semana, junto com 20 profissionais da arquitetura e urbanismo egípcios, diversas fórmulas para melhorar locais degradados da capital egípcia e concluíram que "faltam praças, parques e locais para crianças", explica o membro do Basurama, Benjamín Castro.

Castro explicou à Agência Efe que no Egito os espaços públicos estão muito bem definidos: "Existem o café como lugar de encontro, as mesquitas como lugar de recolhimento e oração e o mercado como lugar de troca".

Com a oficina "Resíduos e recuperação urbana", os membros do Basurama, um coletivo de arquitetos de Madri que desenvolve projetos entorno do lixo, quis ir além e analisou, junto com urbanistas, arquitetos e designers egípcios, várias propostas para introduzir mudanças nos espaços públicos do Cairo.
A mobilização popular que em 11 de fevereiro encerrou com 30 anos de Governo do presidente Hosni Mubarak ocupou boa parte do debate, já que durante os dias prévios e posteriores à queda do ditador, a revolução no Egito não foi só política, mas também cidadã.

"A revolução criou uma nova conjuntura na qual o povo se sente mais forte", manifestou o arquiteto e designer egípcio Omar Nagati, que apostou por "captar esta energia e esta motivação e canalizá-la para o lado construtivo, não destrutivo".
A partir desta ideia, os participantes da oficina propuseram iniciativas para limpar becos, reabilitar os grandes espaços vazios e mal-cheirosos sob as pontes que cruzam o Cairo e dar um toque de cor à cidade, um tanto cinza atualmente.
"Queremos intervir com pouquíssimo orçamento e com materiais muito simples para que as pessoas possam fazer o mesmo em outras ocasiões", explicou Castro, que esclareceu que Basurama elaborará uma proposta com as reflexões desta primeira oficina para colocá-la em prática no ano que vem.
Espanhóis e egípcios concluíram que o principal problema nas ruas é a sujeira e a falta de consciência e cuidado dos cidadãos.

(...)
Para ler o artigo completo de Laura Milham Lombraña, basta clicar aqui.

EUNIC Studio 2011: candidaturas em curso

Decorre até ao próximo dia 16 de Outubro o prazo de inscrição para participar no Workshop “Recicla a cidade, abordagem à sustentabilidade e a arquitectura”, organizado pela EUNIC South Africa, e cuja 4º Edição vai ter lugar em Johannesburg entre os dias 21 e 26 de Novembro do corrente ano.

O programa de 2011 será baseado num novo caso de estudo sobre um edifício de Hillbrow (Joanesburgo), em que, participantes de diferentes nacionalidades estudarão juntos as possibilidades de transformação e melhora de dito edifício no marco de um programa internacional de intercâmbio.

O centro da cidade de Johannesburg e em Hillbrow, possui história e uma complexa configuração. Está composta de um moderno património de grande edifícios de características de interesse arquitectónico. No passado estes edifícios eram residências de uma camada próspera da população, hoje estes edifícios são o abrigo de uma camada da população em dificuldades, sendo a maior parte imigrantes. 

O objectivo é de propor transformações para estes prédios, para que se convertam em casas decentes e ao alcance do maior número possível de pessoas. É o reciclar urbano, transformando as situações existentes e usando as mesmas como ponto de partida para qualquer projecto. Trabalhar num edifico ocupado é complicado, mas ao mesmo tempo é uma oportunidade, um desafio arquitectónico.

Baseado no princípio da precisão, uma investigação será efectuada das situações existentes, isto tornará possível a avaliação das acções a serem tomadas.

O trabalho resultante do workshop será exposto em Durban na conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas (COP 17).

Entre os convidados internacionais destacam nomes como:

- Iain Low / arquitecto / South Africa

- Carin Smuts / arquitecto / South Africa

- Frans Sebothoma / building management / South Africa

- Frédéric Druot / arquitecto / France          

- Françis Kere / arquitecto / Germany / Burkina Fasso

- Alex Ely / arquitecto / England

- Christophe Hutin / arquitecto / France

Mais informações no website da EUNIC e um atalho para o relatório do curador da última edição aqui.

Bolsa de mobilidade artística 2012

Bolsa de mobilidade artística "Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura", em parceria com Roberto Cimetta Fund

Tendo em vista a preparação de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, a Fundação Cidade de Guimarães e o Roberto Cimetta Fund (RCF)  abriram uma bolsa de mobilidade artística para apoiar o intercâmbio cultural entre a cidade de Guimarães (Portugal) e a região Euro-Árabe.

Se é artista ou agente cultural e deseja deslocar-se a Guimarães, ou se está em Guimarães a preparar um projecto de intercâmbio artístico e pretende participar numa residência, num workshop, num encontro de profissionais, num seminário ou conferência, então pode concorrer a esta bolsa para cobrir as despesas de deslocação e de autorização de permanência no local de destino, desde que as deslocações ocorram após o início das candidaturas (1 de Setembro).

No processo de selecção, será dada prioridade a candidaturas no âmbito das seguintes áreas artísticas: música, artes performativas, cinema, arte contemporânea, design e arquitectura, preferencialmente no contexto de projectos de residência.

A bolsa “RCF/Guimarães 2012 Mobility Fund” é promovida pelo RCF. Na atribuição desta bolsa são aplicáveis os seguintes critérios:

O objectivo da viagem deve potenciar um impacto de longo prazo no sector artístico na bacia do Mediterrâneo. Ou seja, a viagem deve contribuir para o reforço dos recursos existentes, que, por sua vez, podem ser partilhados em rede e promover o contacto entre artistas e operadores artísticos no próprio país ou região, de modo a manter, renovar e desenvolver as artes contemporâneas.

A viagem deve ter lugar após a data de início das candidaturas. Isto implica que o candidato terá de pagar as suas despesas antes mesmo de saber se a bolsa lhe será atribuída ou não.

Perfil dos candidatos:

Podem candidatar-se indivíduos que vivam ou trabalhem na região Euro-Árabe, independentemente da idade ou nacionalidade; São elegíveis candidatos que exerçam actividade como artistas, criadores, professores, agentes culturais, administradores ou gestores de projecto.

São elegíveis candidatos que não disponham de recursos próprios para financiar o seu projecto.

As candidaturas devem ser apresentadas individualmente, via e-mail, para o endereço: grant@cimettafund.org. No máximo, apenas três membros de um mesmo grupo poderão beneficiar de uma subvenção relativa ao mesmo projecto. Um bolseiro só poderá recandidatar-se duas vezes. Os candidatos devem optar pela via de transporte mais económica, e apenas podem candidatar-se a um bilhete internacional de ida-e-volta, e, despesas de autorização de residência (transporte local não reembolsável).

O comité de selecção delibera a 1 de Dezembro de 2011 (data limite para recepção de candidaturas: 30/09/2011)

Os interessados devem visitar o sítio www.cimettafund.org e preencher o formulário de contacto. Ser-lhe-á devolvido o formulário de candidatura RCF/Guimarães2012.

Para mais informações sobre Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura consulte o sítio www.guimaraes2012.pt.

pensar a modernidade urbana a partir de LUANDA

Publicado16 Jun 2011

Etiquetas africa glocal architecture arquitectura kimbopolis luanda

"O X Congresso da União Africana de Arquitectos (UAA) inciado terça-feira em Luanda prossegue para discussão dos sub-temas A Geo-urbanidade, Sistemas e Redes, Habitats e Culturas e Habitação. Numa organização da Ordem dos Arquitectos de Angola, o congresso aborda também a África Glocal Arquitecture, o novo conceito de urbanização "Kimbópolis", que resulta da subposição de dois temas Kimbo (zonas rurais) e Polis (cidade)."

Continuar a ler aqui.

Relações entre Cultura Arquitectónica e Publicações Periódicas, a partir de Santiago do CHILE

Publicado26 Jan 2011

Etiquetas américa do sul arquitectura chile pablo brugnoli

Em Santiago, na Universidade Católica do Chile, decorre até hoje (26 Jan) o Seminário de dois dias dedicado ao tema: “La Cultura Arquitectónica y Publicaciones Períodicas” (A Cultura Arquitectónica e Publicações Periódicas). Conta com a participação de 17 convidados nacionais e internacionais, entre os quais o arquitecto e editor Pablo Brugnoli, que em Junho passado apresentou em Lisboa, no Próximo Futuro, a sua lição sobre a “Ciudade Sur” (Cidade Sul).

LM