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A Cabana em construção

© Henrique Figueiredo

A construção da Cabana que acolherá a Festa da Literatura e do Pensamento do Sul da África vai decorrendo nos Jardins da Fundação Gulbenkian.  Hoje é o dia Mundial do Ambiente, surpreenda-se pelo nosso Jardim.

Catarina licenciou-se em arquitectura e é nesta área que desenvolve o seu trabalho. A particularidade da sua produção está na opção pela construção artesanal com materiais locais, numa lógica de sustentabilidade de recursos e de relação com o meio. Na resposta ao convite  para a construção deste abrigo para conversas sobre o sul da África, a arquiteta manteve os mesmos princípios e técnicas que caracterizam o seu trabalho. As argilas que veremos na cobertura da construção foram recolhidas em 5 pontos diferentes do país, os tingimentos do sisal, foram efectuados com argila e tintos naturais.

A  participação de Catarina Pinto  na construção de Nandipha Mntambo, no Verão do Próximo Futuro 2011 pode ser vista aqui. O crescimento da Cabana e das outras instalações do Próximo Futuro podem ser seguidas aqui

"The Unspoken", de Nandipha Mntambo

(Installation view)

Destaque para a mais recente exposição individual da artista Nandipha Mntambo, que no verão de 2011 participou no Programa PRÓXIMO FUTURO com a instalação "Casulo" nos Jardins da Gulbenkian.

The exhibition comprises sculptures and drawings made with cowhide and cow hair, and paintings in oil on canvas. Unlike the distinctive figurative forms that the artist has previously made familiar to us, the drawings and paintings are abstract and ambiguous. They could also be perceived as parts or fragments of bodies such as bums, elbows, bellybuttons or toes, or the ears, nose, mouth, anus and vagina through which we draw in and expel life forces.

Mntambo describes the impulse behind The Unspoken:

The work I am making gives form to the loud silences in our lives that seem to be hidden but are actually in plain sight, if we choose to see them - or the conversations that one only ever has with oneself, even though others are having similar conversations, also with themselves. In terms of forms, I think of folds, holes, bumps, crevices and spaces that are indeterminate in some respect. They engage our attention and draw us into a space, but an element always remains hidden from view, never fully revealing itself. In this way we are reminded of the sentences that are edited out of our exchanges even though others may well be aware of our unspoken thoughts and feelings.

Para saber tudo sobre a exposição, basta navegar até ao website da galeria Stevenson.

últimos dias para ver as instalações nos jardins

Vista da instalação "Abrigo Sublocado", do artista Kboco,

no jardim do CARPE DIEM - Arte e Pesquisa (© Fernando Piçarra)

Últimos dias para ver as instalações artísticas do PRÓXIMO FUTURO, distribuídas pelo Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian até ao próximo dia 30 de Setembro: do "Casulo" da sul-africana Nandipha Mntambo ao "However Incongruous" do colectivo indiano Raqs Media, passando pelos Chapéus-de-Sol da arquitecta Inês Lobo, que neste ano têm desenhos de Bárbara Assis Pacheco (Portugal), Rachel Korman (Brasil), Délio Jasse (Angola) e Isaías Correa (Chile).

Fruto de uma parceria entre o CARPE DIEM - Arte e Pesquisa e o Programa Gulbenkian PRÓXIMO FUTURO, a instalação do artista brasileiro Kboco foi remontada no jardim do Palácio Pombal, onde pode ser vista até o dia 24 de Setembro, de Quarta a Sábado, das 14h às 20h.

Para mais informações, basta navegar até ao site do Carpe Diem - Arte e Pesquisa.

Vista da instalação "Abrigo Sublocado", do artista Kboco,

no jardim do CARPE DIEM - Arte e Pesquisa (© Fernando Piçarra)

"Changes your perception of Africa and contemporary art"

Climbing down (2005/2011), de Barthélémy Toguo (Camarões, 1967)

Ao fundo as fotografias African spirits (2008) de Samuel Fosso (Camarões, 1962)

Ars 11- Changes your perception of Africa and contemporary art é o título da exposição que até final de Novembro pode ser visitada no Kiasma – Museu de Arte Contemporânea, em Helsínquia. São cerca de 300 peças – instalações, vídeos, fotografia -, algumas das quais criadas especialmente para esta exposição pelos 30 artistas convidados, onde se encontram alguns que nasceram, vivem e trabalham em África, outros que fazem parte da Diáspora e ainda outros que não tendo raízes africanas, desenvolveram com o continente algum tipo de relação. Embora todos os trabalhos apresentem uma ligação directa com África, os temas que abordam extravasam as suas fronteiras e são universais: migrações, sustentabilidade ambiental, vida nas cidades. Por outro lado, a memória e o modo como a história do seu passado colonial influenciam e condicionam o presente do continente e dos seus habitantes são igualmente abordados por alguns artistas. Paralelamente à exposição no Kiasma, decorrem em Helsínquia outras manifestações artísticas e Ars 11 estende-se ainda a outros espaços expositivos na Finlândia, fazendo parte da programação de Turku como Capital Europeia da Cultura de 2011, e na Suécia.

Três dos artistas de Ars 11 expuseram já em Lisboa nos últimos anos: algumas das fotografias da série “Hyena man” do sul-africano Pieter Hugo fizeram parte da exposição Um Atlas de Acontecimentos, realizada no âmbito do Programa Estado do Mundo (2006-2007); o camaronês Barthélémy Toguo criou especialmente para o Próximo Futuro (2009-2011) a instalação “Liberty leading the people”, que esteve em frente ao Museu Gulbenkian durante o verão de 2010; este ano, uma das artistas convidadas pelo Próximo Futuro para criar uma peça para o jardim foi Nandipha Mntambo (Suazilândia, 1982) que criou “Casulo”, uma obra que “conjuga a relação da natureza com a do acolhimento ao visitante que se passear pelo jardim” até 30 de Setembro.

Yesterday I had a dream (2011), video-instalação de Samba Fall (Senegal, 1977)

Artistas : Georges Adéagbo (Benin, 1942); Ardmore Ceramic Art (África do Sul); Sammy Baloji (República Democrática do Congo,1978); Ursula Biemann (Suiça, 1955); Baaba Jakeh Chande (Zambia, 1971); Kudzanai Chiurai (Zimbabué, 1981); Steven Cohen (África do Sul, 1962); El Anatsui (Gana, 1944); Samba Fall (Senegal, 1977); Rotimi Fani-Kayode (Nigéria, 1955 – Reino Unido, 1989); Samuel Fosso (Camarões, 1962);  Patrizia Guerresi Maïmouna (Itália, 1951); Ditte Haarløv Johnsen (Dinamarca,1977); Romuald Hazoumè (Benin, 1962); Laura Horelli (Finlândia, 1976); Pieter Hugo (África do Sul, 1976); Alfredo Jaar (Chile, 1956); Michael MacGarry (África do Sul, 1978) ; Vincent Meessen (Estados Unidos, 1971); Nandipha Mntambo (Suazilândia, 1982); Baudouin Mouanda (República do Congo, 1981); Otobong Nkanga (Nigéria, 1974); Odili Donald Odita (Nigéria,1966); Emeka Ogboh (Nigéria, 1977); Abraham Onoriode Oghobase (Nigéria, 1979); J.D. 'Okhai Ojeikere (Nigéria, 1930); Andrew Putter (África do Sul, 1965); Elina Saloranta (Finlândia, 1968); Mary Sibande (África do Sul, 1982); Barthélémy Toguo (Camarões,1967)

Para mais informações ver aqui.

Texto e fotos de Ana Barata

continuam as instalações no jardim

Vista da instalação "Abrigo Sublocado", do artista Kboco, no jardim

do CARPE DIEM - Arte e Pesquisa (foto: Fernando Piçarra)

Terminou ontem a exposição "Fronteiras", mostra central dos 8.ºs Encontros Fotográficos de Bamako que pela primeira vez teve itinerância internacional com passagem por Portugal. Foi possível ver mais de 180 trabalhos de 53 artistas oriundos de cerca de 20 países africanos, no âmbito do Programa Gulbenkian PRÓXIMO FUTURO.

Mas as actividades do PRÓXIMO FUTURO continuam, estando ainda patente ao público, até ao próximo dia 30 de Setembro, as diversas instalações artísticas distribuídas pelo Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian: do "Casulo" da sul-africana Nandipha Mntambo ao "However Incongruous" do colectivo indiano Raqs Media, passando pelos Chapéus-de-Sol da arquitecta Inês Lobo, que neste ano têm desenhos de Bárbara Assis Pacheco (Portugal), Rachel Korman (Brasil), Délio Jasse (Angola) e Isaías Correa (Chile).

Fruto de uma parceria com o CARPE DIEM - Arte e Pesquisa, a instalação do artista brasileiro Kboco foi remontada no jardim deste espaço expositivo, onde pode ser vista a partir do próximo dia 7 de Setembro no horário de funcionamento habitual do CARPE DIEM. Para mais informações basta ir aqui.

vencedora do "Standard Bank Young Artist Award" no Jardim Gulbenkian

Uma das instalações artísticas do PRÓXIMO FUTURO no Jardim da Gulbenkian, fotografada por Catarina Botelho. A peça chama-se Casulo, é da autoria da artista Nandipha Mntambo (nascida na Suazilândia, actualmente a viver na África do Sul), vencedora do 2011 "Standard Bank Young Artist Award for Visual Art".

O "Casulo" instalado no Jardim é visitável até 30 de Setembro de 2011.

Utilizando os media mais diversos – da pintura ao vídeo –, tem-se concentrado, nos últimos anos, num trabalho sobre a feminilidade e na sua representação e expressão a partir do corpo feminino. Interessam-lhe os temas que limitam a dimensão mágica e estranha da condição humana, com as representações das figuras míticas andróides, que lhe serviram como tema de pintura e nas quais se fez auto-retratar. Da representação bidimensional para a escultura e para a instalação é um pequeno passo – algo que permanece – e as suas esculturas em pele e resina expressam bem essa atracção por tudo o que irrompe de animal no quotidiano, seja na sua dimensão de ferocidade ou de ternura. A obra, criada propositadamente para o Próximo Futuro, conjuga a relação da natureza com a do acolhimento ao visitante que se passear pelo jardim. Ao se deparar com o “Casulo”, perceberá que, neste caso, o corpo é a medida de todas as coisas.

mais de 20 países africanos em Lisboa, via Bamako

Saïdou Dicko (Burkina Faso), Le voleur d’ombres, 2005-2009

Em véspera de fim-de-semana lembramos que ainda pode ver a exposição "Fronteiras": mostra central dos 8.os Encontros Fotográficos de Bamako, cuja itinerância internacional inclui Portugal pela primeira vez.

Desde a sua inauguração em Lisboa, no âmbito do Programa Gulbenkian PRÓXIMO FUTURO, já foi visitada por 9.187 pessoas.

Pode agendar uma visita guiada através do Descobrir, sendo que aos Domingos a entrada na exposição é sempre gratuita.

Eis notícia de Miguel Matos sobre estas "Fronteiras":

Veio do Mali e chegou à Gulbenkian a exposição “Fronteiras”: um conjunto de 180 obras em fotografia e vídeo de 53 artistas africanos e afro-americanos, que estiveram representados na última edição dos Encontros de Bamako, produzida em 2009. Segundo António Pinto Ribeiro, comissário do Programa Gulbenkian Próximo Futuro, trata-se da “maior exposição de fotografia africana alguma vez mostrada em Portugal”. E é também uma exposição que nos mostra uma África multifacetada em questões sociais e políticas ou étnicas. (...)

Também continuam visitáveis, durante todo o verão, as instalações artísticas de Nandipha Mntambo (ÁFRICA DO SUL) e do colectivo Raqs Media (ÍNDIA), para além das intervenções dos artistas Bárbara Assis Pacheco (PORTUGAL), Délio Jasse (ANGOLA), Isaías Correa (CHILE) e Rachel Korman (BRASIL) nos chapéus-de-sol concebidos pela arquiteta Inês Lobo, também no JARDIM Gulbenkian.

Mais informações e contactos, aqui.

ainda há muito para ver no VERÃO do PRÓXIMO FUTURO!

Terminaram ontem os eventos PRÓXIMO FUTURO/Verão 2011 mas ainda há muito para ver até ao final do ano!

Desde logo, a exposição "Fronteiras" (mostra central dos 8.os Encontros Fotográficos de Bamako, vinda do MALI) que, para além das mais de 700 pessoas na inauguração, já foi entretanto visitada por mais de 6.500 pessoas.

Também continuam visitáveis, durante todo o verão, as instalações dos artistas Nandipha Mntambo (ÁFRICA DO SUL), Kboco (BRASIL) e do colectivo Raqs Media (ÍNDIA) pelo Jardim Gulbenkian, para além das intervenções artísticas de Bárbara Assis Pacheco (PORTUGAL), Délio Jasse (ANGOLA), Isaías Correa (CHILE) e Rachel Korman (BRASIL) nos Chapéus-de-Sol projectados pela arquitecta Inês Lobo, também no JARDIM Gulbenkian.

Mais informações e contactos, aqui.

Hoje é o primeiro de mais 18 dias inesquecíveis na Gulbenkian

Projecto Chapéus-de-Sol no Jardim da Gulbenkian (foto: Jorge Martins Lopes) 

Começa hoje um novo ciclo de actividades do Programa Gulbenkian PRÓXIMO FUTURO e cá estamos nós para vos lembrarmos de tudo o que não podem perder nos próximos 18 dias!

De 16 de Junho a 3 de Julho há exposições, conferências, espectáculos de teatro e dança, concertos e cinema ao ar livre, tudo na Gulbenkian em Lisboa, reunindo obras de criativos de diversas geografias. Teremos o maior prazer em contar convosco neste ponto de encontro da Europa, África, América Latina e Caraíbas!

HOJE, 16 de Junho (quinta-feira)

17h00 Jardim Gulbenkian INAUGURAÇÃO ARTE PÚBLICA / Entrada Livre

NANDIPHA MNTAMBO (África do Sul)

KBOCO (Brasil)

RAQS MEDIA (Índia)

CHAPEÚS-DE-SOL

BÁRBARA ASSIS PACHECO (Portugal)

RACHEL KORMAN (Brasil)

ISAÍAS CORREA (Chile)

DÉLIO JASSE (Angola)

21h30 Sala Polivalente do CAM TEATRO / Cada bilhete: 20 Eur 

"Woyzeck on the Highveld" (África do Sul)

HANDSPRING PUPPET COMPANY, com encenação e videos de WILLIAM KENTRIDGE

AMANHÃ, 17 de Junho (sexta-feira)

09h30 Auditório 2 LIÇÕES / Entrada Livre (Tradução simultânea disponível)

ACHILLE MBEMBE (Camarões), "Democracia e a Ética do Mutualismo. Apontamentos sobre a Experiência Sul-Africana"

EUCANAÃ FERRAZ (Brasil), "Da Poesia - O Futuro em Questão"

MARGARIDA CHAGAS LOPES (Portugal), "Produção, Utilização e Partilha do Conhecimento na Economia Global"

RALPH AUSTEN (EUA), "As Grandes Incertezas da Historiografia Africanista: Existe um Tempo 'Africano' e Pode o Seu Passado Anunciar o Seu Futuro?"

21h30 Sala Polivalente do CAM TEATRO / Cada bilhete: 20 Eur 

"Woyzeck on the Highveld" (África do Sul)

HANDSPRING PUPPET COMPANY, com encenação e videos de WILLIAM KENTRIDGE 

Bilheteira on-line, aqui.

Site do PRÓXIMO FUTURO, aqui.
No Facebook, aqui.
No Twitter, aqui.

NOVA ronda de actividades já a partir de 16 de Junho!

(Desenho de Bárbara Assis Pacheco para o PRÓXIMO FUTURO)

É já nesta próxima quinta-feira, dia 16 de Junho, às 17h00, que o programa PRÓXIMO FUTURO inaugurará um conjunto de instalações e intervenções nos espaços do Jardim da Gulbenkian, de modo a dar continuidade ao contacto com a arte, equacionar a importância e pertinência deste tipo de criação e sugerir pistas de abordagem à relação das técnicas da jardinagem com as práticas artísticas contemporâneas.

O público frequentador dos espaços da Fundação Calouste Gulbenkian, e os novos visitantes, encontrarão então as propostas de arte pública desenvolvidas pelos artistas Nandipha Mntambo (“Casulo – Cocoon”), Kboco (“Abrigo Sublocado”) e pelo colectivo Raqs Media (“However Incongruous”), a par das intervenções artísticas de Bárbara Assis PachecoRachel KormanIsaías Correa e Délio Jasse nos Chapéus-de-sol concebidos pela arquitecta Inês Lobo.

O artista Délio Jasse, nascido em Luanda em 1980 e há mais de dez anos a viver em Lisboa), foi recentemente seleccionado para a próxima edição dos Encontros Fotográficos de Bamako que actualmente se expõem no edifício-sede da Gulbenkian também no âmbito do Próximo Futuro.

Os textos de apresentação bem como as notas biográficas dos artistas já estão disponíveis tanto no site como no jornal do PRÓXIMO FUTURO.

Comentários por parte do público sobre a programação do PRÓXIMO FUTURO, das artes visuais às artes performativas, sem esquecer as conferências e o cinema, são bem-vindos, tanto aqui no Blog como na nossa página no Facebook. Agradecemos a sua participação!

Eis outros links úteis para a navegação sobre o que aí vem…

Nandipha Mntambo (África do Sul)

Artthrob News 

David Krut Publishing 

Michael Stevenson

Kboco (Brasil)

Lost Art 

Na Bienal 

Galeria Marilia Razuk 

Raqs Media (Índia)

Raqs Media Collective 

Launch conversation with Raqs Media Collective

Frieze Magazine

Bárbara Assis Pacheco (Portugal)

Rachel Korman (Brasil)

Isaías Correa (Chile)

Délio Jasse (Angola)

E que mais há de imperdível em JUNHO?

ACHILLE MBEMBE no Centre for Creative Arts (University of KwaZulu-Natal)

Em Junho, esperamos que se junte a nós logo no dia 16 (quinta-feira), às 17h00, na inauguração das intervenções propostas para o JARDIM da Gulbenkian pelos artistas Bárbara Assis Pacheco (Portugal), Délio Jasse (Angola), Isaías Correa (Chile), Kboco (Brasil), Nandipha Mntambo (África do Sul), Rachel Korman (Brasil), e o colectivo Raqs Media (Índia).

No dia seguinte, 17 de Junho (sexta-feira), às 09h30, terá início a segunda parte das LIÇÕES do Próximo Futuro (2011), reunindo investigadores, poetas e professores de diversas geografias (Brasil, Camarões, EUA e Portugal), em torno de reflexões sobre “Democracia e a Ética do Mutualismo” (a partir da “experiência Sul-africana”), “Qual o futuro próximo da Poesia?”, “As grandes incertezas da historiografia africanista” e “Produção, utilização e partilha do conhecimento na economia global”.

Alguns links (complementares às respectivas bios no Jornal) para conhecer os conferencistas de dia 17 de Junho:

Achille Mbembe (Camarões)

What is a postcolonial thinking?

Donors have a simple notion of development

The invention of Johannesburg

Eucanaã Ferraz (Brasil)

Não saberia dizer a hora…

Entrevista

Errática

Margarida Chagas Lopes (Portugal)

Entrevista Antena 1

Desemprego e Interioridade

Principais actividades e trabalhos em Economia da Educação e da Formação

Ralph Austen (EUA)

The Department of History

Trans-Saharan Africa in World History

Postcolonial African Literature

“FRONTEIRAS” no Dia Internacional dos Museus e em breve no Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian...

Zanele MUHOLI (África do Sul), série “Miss Divine” (2008) 

E porque hoje, 18 de Maio, é o Dia Internacional dos Museus, agendamos para si uma visita guiada à exposição “Fronteiras” (8.ºs ENCONTROS DE BAMAKO, a mais importante bienal de fotografia africana contemporânea), actualmente em exibição no edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do programa PRÓXIMO FUTURO

A visita guiada é gratuita, será conduzida por Lúcia Marques, terá início às 18h00 (com a duração de uma hora) e o ponto de encontro será na recepção da sede da Gulbenkian.

SINOPSE da visita guiada (18 de Maio, das 18h às 19h)
Apresentação geral da exposição que constituiu o núcleo central dos 8.ºs Encontros de Bamako, a mais importante bienal de fotografia africana contemporânea. A visita contextualizará o tema da mais recente edição destes Encontros, incidindo também sobre as opções de montagem e diversidade de propostas dos autores representados. 

Em breve, e mais concretamente a 16 de Junho, o programa PRÓXIMO FUTURO inaugurará um conjunto de instalações e intervenções nos espaços do Jardim da Gulbenkian, de modo a dar continuidade ao contacto com a arte, equacionar a importância e pertinência deste tipo de criação e sugerir pistas de abordagem à relação das técnicas da jardinagem com as práticas artísticas contemporâneas.

O público frequentador dos espaços da Fundação Calouste Gulbenkian, e os novos visitantes, encontrarão então as propostas de arte pública desenvolvidas pelos artistas Nandipha Mntambo (“Casulo – Cocoon”), Kboco (“Abrigo Sublocado”) e pelo colectivo Raqs Media (“However Incongruous”), a par das intervenções artísticas de Bárbara Assis Pacheco, Rachel KormanIsaías Correa e Délio Jasse nos Chapéus-de-sol concebidos pela arquitecta Inês Lobo.

Os textos de apresentação bem como as notas biográficas dos artistas já estão disponíveis tanto no site como no jornal do PRÓXIMO FUTURO.

Eis outros links úteis para a navegação sobre o que aí vem…

Nandipha Mntambo (África do Sul)

Artthrob News 

David Krut Publishing 

Michael Stevenson

Kboco (Brasil)

Lost Art 

Na Bienal 

Galeria Marilia Razuk 

Raqs Media (Índia)

Raqs Media Collective 

Launch conversation with Raqs Media Collective

Frieze Magazine

Bárbara Assis Pacheco (Portugal)

Rachel Korman (Brasil)

Isaías Correa (Chile)

Délio Jasse (Angola)